Esta semana tivemos notícias das dificuldades por que passa um nosso conterrâneo. Es
Quatro pescadores portugueses que trabalham para uma armador irlandês estão há uma semana no porto de Oza, Galiza, sem ter notícias do patrão ou ver os 1800 euros mensais que lhes prometeram que iriam ganhar. Pediram ajuda a uma associação, que chamou a comunicação social, e, agora, têm a promessa de serem contactados por "alguém" da empresa. "Só acreditamos quando o virmos", diz um dos
Quatro pescadores portugueses que trabalham para uma armador irlandês estão há uma semana no porto de Oza, Galiza, sem ter notícias do patrão ou ver os 1800 euros mensais que lhes prometeram que iriam ganhar. Pediram ajuda a uma associação, que chamou a comunicação social, e, agora, têm a promessa de serem contactados por "alguém" da empresa. "Só acreditamos quando o virmos", diz um dos pescadores.
"Fomos para a Irlanda há um mês, onde estivemos a pescar marisco e tamboril no Mar do Norte e o armador mandou o navio para a Corunha por causa de uma rede e de uma máquina que estavam estragadas. O barco veio para a Corunha [porto de Oza] há uma semana e nunca mais disseram nada", conta Pedro Maciel, um dos quatro portugueses que vivem a bordo do Cappal Ban, o navio em causa. Tem 51 anos e é natural de Caxinas, tal como Reinaldo Pontes e José Braga. O outro é Reinaldo Rodrigues, de Vila Chã. Ambas as freguesias pertencem a Vila do Conde.
Pescadores na Corunha sem salário nem patrão
Quatro pescadores portugueses que trabalham para uma armador irlandês estão há uma semana no porto de Oza, Galiza, sem ter notícias do patrão ou ver os 1800 euros mensais que lhes prometeram que iriam ganhar. Pediram ajuda a uma associação, que chamou a comunicação social, e, agora, têm a promessa de serem contactados por "alguém" da empresa. "Só acreditamos quando o virmos", diz um dos pescadores.
"Fomos para a Irlanda há um mês, onde estivemos a pescar marisco e tamboril no Mar do Norte e o armador mandou o navio para a Corunha por causa de uma rede e de uma máquina que estavam estragadas. O barco veio para a Corunha [porto de Oza] há uma semana e nunca mais disseram nada", conta Pedro Maciel, um dos quatro portugueses que vivem a bordo do Cappal Ban, o navio em causa. Tem 51 anos e é natural de Caxinas, tal como Reinaldo Pontes e José Braga. O outro é Reinaldo Rodrigues, de Vila Chã. Ambas as freguesias pertencem a Vila do Conde.
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