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25 junho 2009

D Afonso Henriques

Foi há 900 anos...




"D. Afonso I, mais conhecido pelo seu nome de príncipe, Dom Afonso Henriques, (1109 - 1185) foi o primeiro rei de Portugal, conquistando a independência portuguesa em relação ao Reino de Leão em 1143 no tratado de Zamora.


Em virtude das suas múltiplas conquistas, que ao longo de mais de quarenta anos mais que duplicaram o território que o seu pai lhe havia legado, foi cognominado O Conquistador; também é conhecido como O Fundador e O Grande. Os muçulmanos, em sinal de respeito, chamaram-lhe Ibn-Arrik («filho de Henrique», tradução literal do patronímico Henriques) ou El-Bortukali («o Português»).

Afonso Henriques era filho de Henrique de Borgonha, Conde de Portucale e da infanta Teresa de Leão. Há quem defenda que era filho de Egas Moniz. A data e local do seu nascimento não estão determinados de forma inequívoca. Hoje em dia, a data que reúne maior consenso aponta para o ano de 1109. Almeida Fernandes, autor da hipótese que indica Viseu como local de nascimento de D. Afonso Henriques refere a probabilidade de ter nascido em Agosto, enquanto outros autores, baseando-se em documentos que remontam ao século XIII referem a data de 25 de Julho do mesmo ano. No entanto, já foram defendidas outras datas e locais para o nascimento do primeiro rei de Portugal, como o ano de 1106 ou de 1111 (hipótese avançada por Alexandre Herculano após a sua leitura da "Crónica dos Godos"). Tradicionalmente, acredita-se que terá nascido e sido criado em Guimarães, onde viveu até 1128. Outros autores, ainda, referem Coimbra como local provável para o seu nascimento."

- in Wikipédia
Selo de D. Afonso Henriques

23 abril 2009

A menina dança







retirado da publicação Rapariga Moderna de 1943, no Abrupto

Uma gaivota voava voava




Somos livres

Ontem apenas
fomos a voz sufocada
dum povo a dizer não quero;
fomos os bobos-do-rei
mastigando desespero.
Ontem apenas
fomos o povo a chorar
na sarjeta dos que, à força,
ultrajaram e venderam
esta terra, hoje nossa.

Uma gaivota voava, voava,
assas de vento,
coração de mar.
Como ela, somos livres,
somos livres de voar.

Uma papoila crescia, crescia,
grito vermelho
num campo qualquer.
Como ela somos livres,
somos livres de crescer.

Uma criança dizia, dizia
“quando for grande
não vou combater”.
Como ela, somos livres,
somos livres de dizer.

Somos um povo que cerra fileiras,
parte à conquista
do pão e da paz.
Somos livres, somos livres,
não voltaremos atrás.

Letra e música: Ermelinda Duarte


Ontem, emocionei-me ao chegar a casa e ouvir o meu filho de 5 anos, a cantae esta música intemporal. Senti saudades daquele tempo mágico...

21 abril 2009

II Guerra Mundial

Encontrei aqui um magnífico arquivo de imagens da II Guerra Mundial.



A guerra na verdadeira expressão: sofrimento, morte, pânico, heroísmo, altruísmo.







Eis a humanidade retratada na sua expressão mais básica.

09 março 2009

Naufragio em Vila Chã



A imagem é antiga, e a informação não permite situar com rigor a data.
Trata-se da praia de Vila Chã, e um navio a vapor que naufragou..