25 maio 2009

Estúpidos burocratas

No blasfémias, criticam-se mais dois exemplos deste desgoverno socialista:



Um país de estúpidos burocratas….

Publicado por Gabriel Silva em 27 Maio, 2009

Hoje, o meu mais velho (5ºano), entregou-nos uma simpática carta da sua professora de ciências, informando que tendo ela solicitado a passagem à reforma em Dezembro passado, há dois dias tinha recebido comunicação deferindo positivamente o seu pedido, com efeitos a partir de 31 de Maio.

Como se está em final de ano, ela manifestou a sua disponibilidade, que foi aceite de bom grado pela Comissão Executiva, para assegurar as aulas das suas turmas por mais três semanas, ou seja até ao final do ano escolar, a 19 de Junho.

Contactada a Direcção Regional de Educação do Norte, foi-lhe no entanto indicado que se teria de retirar obrigatoriamente do serviço no final do mês de Maio, informando-nos a professora que, embora lamentando, não poderá ignorar tal directiva.

Não haverá substituição de professor, nem os alunos terão aulas, nem darão por inteiro o programa, nem terão o último teste, nem se sabe como serão lançadas ou por quem as notas da disciplina.



Um país de estúpidos burocratas II


Publicado por helenafmatos em 28 Maio, 2009

«O director do Centro de Cirurgia Cardiotorácica dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), o cirurgião Manuel Antunes, admite abandonar o cargo, caso o conselho de administração dos HUC reduza o horário semanal de 42 para 35 horas dos enfermeiros e técnicos de saúde da equipa que lidera. (…) Manuel Antunes critica a lógica de “poupança” do hospital: “O conselho de administração entende que consegue estabelecer poupanças ao retirar as sete horas a cada um, a cada funcionário e enfermeiro, e convertê-las em novos contratos de trabalho de outros enfermeiros. Quer trocar qualidade e experiência por falta de qualidade e falta de experiência, sobretudo experiência, já que a qualidade virá depois com a experiência, naturalmente. Ora bem, eu não aceito tal facto”, garante. O médico, que está agora a aguardar uma resposta do conselho de administração dos HUC, espera que, na decisão, pese o facto de o serviço ter atingido “um estatuto de reconhecimento nacional e até extranacional em termos da qualidade do trabalho: tem sido geralmente apontado como um exemplo de eficiência, de eficácia, sem lista de espera, e com doentes reconhecidos pela qualidade do serviço que lhes é prestado”, frisou Manuel Antunes, recordando que andou “21 anos” a construir um serviço e que não pode permitir “seja a quem for” que o “destrua”. Também o presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, Pedro Lopes, sublinha os “resultados” de um centro que é “um exemplo” para o país. Pedro Lopes recorda que o “chamado centro de responsabilidade” tem “legislação própria”, o que permitiu “uma performance muito alta” no serviço dirigido por Manuel Antunes. O PÚBLICO tentou ouvir o conselho de administração dos HUC, mas ninguém prestou declarações.» PÚBLICO, 26 de Maio

Sem comentários: